ESCOLA DE BALBINA RECEBE O ABRAÇO DA ESPERANÇA

“Não estamos aqui a procura de culpados, buscamos soluções!”

Alunos, professores, pais, representantes de associações, secretários municipais, vereador, uniram-se na tarde desta quinta-feira(08), em uma manifestação pacífica e sem conotação política, solicitando providências no sentido de reforma e recuperação da Escola de Balbina, diante do precário estado de conservação em que se encontra, já tendo parte de seu teto desabado hoje completando três anos, sem que nenhuma providência tenha sido tomada por parte da Eletrobrás Amazonas, pondo em risco assim a vida de todos. 

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Durante a manifestação, que teve a participação maciça da comunidade balbinense, alunos empunhavam cartazes solicitando “Reforma já”, “Nós alunos corremos risco de vida” “Eu amo minha escola” entre outras, mas que carregavam como mensagem principal, a indignação contra o descaso com que vem sendo tratado o problema de tanta importância e gravidade, assim como também foi tratado com descaso o prédio do Museu Arqueológico que hoje virou ruínas.

Durante o ato organizado desta tarde, os manifestantes em sua maioria alunos, uniram-se em um gigantesco “abraço” em torno da escola, causando diversas reações emotivas nos presentes, especialmente nos professores que têm sido verdadeiros “heróis” na luta por essa causa. Ficou claro durante os discursos, que o objetivo da manifestação não era o de achar os culpados pelo desabamento de parte do telhado do prédio escolar, mas a busca de providências urgentes no sentido de recuperação do prédio.

A Prefeitura Municipal se fez representar com a presença de diversos secretários e levou ao conhecimento dos manifestantes, um documento datado de 17 de janeiro de 2018, encaminhado a Eletrobrás Amazonas GT, onde se dispõe a assumir inteiramente a responsabilidade pela escola, desde que ela seja entregue reformada e em perfeitas condições.

Segundo os organizadores da manifestação, este protesto pacífico é apenas o começo de uma luta que s’o terá fim, quando a comunidade for atendida e a Escola de Balbina for reformada, podendo oferecer condições dignas a todos que lá convivem.

Por: Bosco Cordeiro

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